Apresentação do Blog

Seja bem-vindo ao blog da Fazenda das Aroeiras: hotel fazenda e eventos! Este espaço está sendo construído com muito carinho para compartilhar com você um pouco das nossas ideias, planos e dos fundamentos que baseiam nossas propostas para a fazenda e para o nosso projeto social: o Instituto Enderson Moreira. Antes de prosseguirmos com a apresentação do blog, caso deseje mais informações sobre o funcionamento da Fazenda das Aroeiras ou sobre o Instituto, você pode clicar sobre os links.

Como funcionará o blog

Neste espaço, publicaremos semanalmente breves artigos tratando de temas relevantes na atualidade que se relacionam com as atividades, serviços e estruturas que oferecemos (ou planejamos oferecer) na fazenda e no projeto social. O blog é administrado pela equipe de comunicação da Fazenda das Aroeiras e grande parte das publicações também será de nossa autoria, sempre embasadas em fontes confiáveis. Em alguns momentos, no entanto, convidaremos pessoas especializadas para enriquecer nosso conteúdo.

Temos muito carinho pelos projetos que desenvolvemos e estamos sempre buscando levar o melhor para cada pessoa que atendemos, proporcionando experiências inovadoras, formadoras e que impactem não só o presente como o futuro de cada um. Aqui no blog não será diferente. Será um prazer ter a sua companhia!

Celebrações e tradições de Ano Novo

Boa noite, pessoal! Como o ano passou rápido demais e já está chegando ao fim, no texto de hoje vamos falar sobre celebrações e tradições de ano novo! 

Para começar, não poderíamos deixar de convidá-los para a primeira festa de réveillon da Fazenda das Aroeiras! Teremos várias atrações musicais, deliciosas comidas e bebidas, e, é claro, muita animação e alegria! As informações completas sobre o evento você pode conferir no nosso Instagram ou Facebook! Fique à vontade também para nos contatar pelo telefone (31) 98452-7725 e tirar a sua dúvida! Aguardamos vocês para fazer desse evento mais um sucesso!

Porque celebrar o ano novo?

Agora vamos fazer a vocês um outro tipo de convite: à reflexão. Você já parou para pensar sobre onde e quando surgiu a ideia de comemorar a passagem do ano? Será que ela sempre existiu? E quais os significados por trás dela? É assim no mundo inteiro? Esses são alguns dentre os  inúmeros questionamentos acerca das nossas tradições para essa época do ano. Nenhum deles tem resposta simples, é tudo envolvido em muita cultura, misturas e adaptações. Então vamos tentar trazer um pouco mais dessa história para vocês.

Primeiramente, é preciso entender de onde surgiu essa ideia de que cada ano é um novo ciclo. Porque, na verdade, a passagem do tempo se parece mais com uma linha reta, não é mesmo? Afinal, a cada dia, mês e ano ficamos mais velhos. Mas, se olharmos para a história, vamos compreender que esse ciclo não se refere à vida humana, mas ao ciclo das colheitas! Com a extinção de muitos animais, as primeiras civilizações passaram a depender da agricultura para sobreviver e prosperar. Dessa forma, observar com precisão o ciclo das colheitas se tornou uma necessidade crucial para os seres humanos. É por causa dessa herança que temos esse costume de pensar que, como em uma plantação, ao fim de cada ciclo, a vida se renova. 

Ciclo de vida do morango

Celebrações pelo mundo

A tradição de celebrar essa renovação foi cultivada ao redor do mundo das mais diferentes formas, nas mais diversas culturas. Hoje, o que podemos perceber é que houve muita mistura e muita troca ao longo dos anos, mas as peculiaridades de cada lugar e povo permanecem, começando pelas diferentes datas em que essa comemoração ocorre. No Brasil, adotamos o calendário gregoriano e celebramos a passagem do ano do dia 31 de dezembro para o dia 1º de janeiro. Mas para os chineses, que seguem o calendário lunar, por exemplo, esse dia é comemorado entre fevereiro e março. 

Celebração do ano novo chinês

Além disso, é curioso observar as tradições adotadas para a celebração dessa passagem. Na África do Sul, é comum iniciar o ano arremessando móveis e eletrodomésticos velhos nas ruas, para assim limpar a energia da casa. No Chile,  é tradicional comer 12 uvas à meia-noite e assim descobrir quais meses do ano serão mais amargos e quais serão mais doces. Na Inglaterra, à meia-noite, as pessoas costumam abrir a porta dos fundos da casa para que o ano velho saia por ela. Já na Tailândia, o ano novo (chamado de Songkran e comemorado entre 13 e 15 de abril) é marcado por água: as pessoas se molham com pistolas d’água e mangueiras para que o novo ano traga boas chuvas.

Songkran, na Tailândia

O desejo por renovação é o mesmo, mas no Brasil temos rituais diferentes desses. Por aqui os costumes vão desde comer lentilhas e roer romãs até usar branco e pular sete ondas. Os rituais realizados no Brasil têm origens diversas, o que se deve à miscigenação de povos e culturas que ocorreu no nosso país. Para serem como os conhecemos hoje, esses costumes sofreram diversas adaptações ao longo dos anos. Vamos conhecer um pouco mais sobre eles? 

A origem das tradições brasileiras

Primeiro, temos o costume de chamar a festa de ano novo de Réveillon, um termo francês que significa “acordar”. Ele surgiu no século 17, na França, para denominar festas da nobreza (realizadas em qualquer data) que durassem a noite toda. Com o declínio da nobreza, essas festas passaram a ser realizadas apenas na véspera de Ano Novo, e o nome se popularizou: nobrezas de outros lugares do mundo adotaram essa tradição, a nobreza brasileira dentre elas. 

Depois, temos o costume de nos vestir de branco na noite da virada. Muita gente pode pensar que começamos essa moda após o papa Paulo VI ter instituído o dia 1º de janeiro como o Dia Mundial da Paz, representada pela cor branca. Mas foi na década de 1970 que essa tradição se popularizou no Brasil, após os membros do Candomblé passarem a fazer suas oferendas na praia de Copacabana. As pessoas que observavam o ritual gostaram da vestimenta branca dos participantes e adotaram-na para suas próprias festividades. 

De branco, devotos do candomblé fazem homenagem à Iemanjá

Por fim, para aqueles que passam a noite de ano novo próximos ao mar, a tradição é de pular sete ondas à meia-noite. Algumas pessoas não sabem, mas pela tradição devemos fazer um pedido ou agradecimento ao pular cada onda. E também não devemos virar as costas para o mar até ter saído completamente dele. A origem desse ritual é religiosa e está ligada à Umbanda, aos orixás e ao culto à Iemanjá, a Rainha do Mar. 

Depois de todas essas informações, fica fácil entender porque esse é um tema tão complexo. E, não sei vocês, mas nós achamos muito legal conhecer um pouquinho do porque fazemos aquilo que consideramos como tradição. Se você ficou curioso e quer entender um pouco mais sobre isso, é só fazer uma pesquisa na internet que vai encontrar muita informação legal! Cuidado só para certificar que sua fonte é confiável. As informações desse texto, por exemplo, foram todas retiradas de reportagens da BBC, do El País, da Superinteressante e da Veja

2020 vem aí!

Esperamos que tenham gostado! E queremos deixar uma mensagem final: pode até ser que o ano novo não nos dê a chance de reiniciar a contagem dos nossos anos, mas a verdade é que tirar um momento para refletir sobre o passado, traçar novas metas e comemorar a vida é, de fato, revitalizante!

Horta orgânica e alimentação consciente

Boa noite, pessoal! Hoje vamos falar de um dos espaços que temos mais orgulho de ter na Fazenda: a nossa horta!

Imagem ilustrativa

A horta da Fazenda das Aroeiras

Por muitos anos, nossa horta foi cultivada e cuidada com muito carinho pelo Sr. Antônio, e hoje quem faz esse trabalho tão importante é o Roberto, ambos são funcionários da Fazenda das Aroeiras. Na horta, temos diversos tipos de legumes e verduras: alface (americana, crespa e roxa), tomatinhos, jiló, pimentão, abobrinha, repolho, brócolis, almeirão, espinafre, couve, cebola, cebolinha, salsinha, rúcula, berinjela, quiabo, entre outros.  Cada produto tem o seu tempo de cultivo, por isso a cada semana a variedade de hortaliças prontas para serem colhidas é diferente.

É da nossa horta que saem as folhas para preparar a salada do nosso Bistrô e também alguns ingredientes que compõem as entradas e os pratos principais. Funcionários, amigos e familiares costumam fazer “a feira” na nossa horta, e de vez em quando também vendemos alguns itens para visitantes. As hortaliças que ficam velhas e que passam do tempo de colher são reaproveitadas como comida para as nossas galinhas, que ficam bem ao lado da horta, aguardando ansiosas por alguma sobrinha. Mas a horta não é apenas um lugar para colher alimentos, é também uma oportunidade de aprender um pouco mais sobre a origem daquilo que consumimos e refletir sobre nossa alimentação: o quanto somos conscientes sobre ela?

O que é alimentação consciente?

Uma alimentação consciente requer uma mudança no modo como pensamos sobre nossa comida. Aquilo que consumimos impacta diretamente no funcionamento do nosso corpo, na nossa energia para encarar o dia-a-dia e na nossa saúde mental e física. Assim, precisamos dar mais atenção ao nosso alimento, nos preocupando com ele desde a sua produção até o momento do consumo. O caminho para uma alimentação consciente requer a adoção de alguns hábitos, como:
– Observar técnicas de plantio sustentáveis (que não usem agrotóxicos, sementes transgênicas ou radiações ionizantes, por exemplo);
– Observar os rótulos de produtos industrializados;
– Preocupar-se com a forma de conservação dos alimentos;
– Dar a devida importância à hora das refeições;
– Promover a diversidade de alimentos nos pratos.

O uso de agrotóxicos

Para se falar de alimentação consciente no Brasil, é preciso falar também do intenso uso de agrotóxicos na agricultura brasileira e dos impactos dessa prática na saúde da população. Esse assunto vem sendo discutido há alguns anos e ganhou força novamente após as notícias de que até outubro deste ano o Ministério da Agricultura já havia liberado o uso de 382 agrotóxicos novos (caso queira ler as notícias, acesse os links: 1, 2, 3 e 4) . Os agrotóxicos são produtos químicos utilizados para controlar alguns fatores que causam danos às plantações. O problema é que esses produtos fazem mal para a saúde do ser humano, e é por isso que existe todo um controle sobre a quantidade máxima que cada alimento pode conter de cada substância.

No entanto, essa é uma questão complexa: esse controle ainda não é completamente seguro e precisa ser aprimorado. E mesmo que esse controle fosse perfeito, é preciso ressaltar que continuaríamos consumindo agrotóxicos. A essas “pequenas” quantidades permitidas por lei, soma-se ainda os resíduos dessas substâncias que ingerimos sem saber, eles podem ser encontrados na água e também em outros alimentos que não provêm do solo.

Assim, não conseguimos saber ao certo qual a quantidade de agrotóxicos que ingerimos todos os dias. E não conseguimos avaliar com precisão quais as consequências do consumo contínuo e prolongado de alimentos cultivados com o uso de agrotóxicos. Mas o pouco que sabemos hoje já é preocupante: estudos mostram que o acúmulo de alguns resíduos no corpo humano pode provocar desde náuseas e desmaios até lesões renais e diversas doenças crônicas. 

A agricultura orgânica

Por todos esses motivos é que, cada vez mais, têm-se incentivado o consumo de alimentos provindos da agricultura orgânica ao invés da tradicional (que utiliza agrotóxicos). A nossa horta é um exemplo de agricultura orgânica. Isso significa que não utilizamos agrotóxicos ou adubos químicos de alta solubilidade. Nós trabalhamos com estercos, adubos verdes, compostos orgânicos e meios naturais de controle de pragas, doenças e plantas invasoras. Além disso, procuramos respeitar os ciclos naturais da vida e realizar uma atividade sustentável e equilibrada, contribuindo, assim, com a saúde de todos: agricultor, consumidor e meio ambiente.

Fonte: Guia “Alimentos orgânicos: um guia para o consumidor consciente”

Mais informações

É por isso que a nossa horta é um espaço tão valioso para nós! Se vier nos visitar, peça para conhecê-la! Para quem se interessou pelo assunto e quer explorá-lo melhor, indicamos as fontes que utilizamos para escrever esse texto:
– O guia “Alimentos orgânicos: um guia para o consumidor consciente” de Moacir Roberto Darolt, produzido pelo Instituto Agronômico do Paraná (IAP) com o apoio da Associação dos Consumidores de Produtos Orgânicos do Paraná (ACOPA). Disponível aqui.
– O “Dossiê ABRASCO: um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde”, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO).
Disponível aqui.

Para finalizar, seguem algumas dicas sobre o que fazer quando não for possível consumir alimentos orgânicos :

Fonte: Guia “Alimentos orgânicos: um guia para o consumidor consciente”

Esperamos que tenham gostado do texto de hoje! Deixe o seu comentário 🙂

Conhecendo a Fazenda

Boa noite, pessoal!

No texto dessa semana vamos explicar melhor como está funcionando o espaço da Fazenda das Aroeiras, o que já está aberto e pronto para receber vocês e o que ainda está em construção e faz parte dos nossos planos futuros!

Pronto para receber vocês!

Atualmente, a Fazenda está recebendo e promovendo eventos e também está disponível para a realização de ensaios fotográficos (mediante reserva). Nos últimos meses, eventos de diferentes portes aconteceram no nosso espaço: em agosto, realizamos o Arraiá das Aroeiras e o Bike Ride Extreme e recebemos também a primeira edição do Caldo da Lua itinerante; em setembro, voltamos no tempo ao som da banda Boca de Sino, no Tributo à Jovem Guarda. Este ano vamos realizar ainda o Réveillon 2020 – Fazenda das Aroeiras e para o ano que vem já temos um casamento programado para acontecer em nosso espaço! Assim, caso tenha interesse em realizar o seu evento conosco, não hesite e entre em contato: estamos prontos e animados para recebê-los!

Bike Ride Extreme – Fazenda das Aroeiras
Caldo da Lua Itinerante – Fazenda das Aroeiras

Além disso, o nosso Bistrô, comandado pelo chef Felipe Coelho, foi inaugurado no dia 15/06 e desde então está aberto todas as segundas e terceiras sextas-feiras do mês. Assim, neste mês de novembro, o Bistrô funcionará nos dias 08/11 e 15/11, a partir das 20 horas. E esse mês com uma novidade: música ao vivo nas duas noites!

Divulgação Bistrô – Novembro

Para o futuro…

Além de ser um local para eventos, ensaios fotográficos e de funcionamento do Bistrô, a fazenda também será um hotel fazenda! No momento, os nossos chalés ainda estão em fase de construção, mas a previsão é que até março de 2020 já estaremos aceitando reservas! Estamos muito ansiosos para receber vocês! Os chalés poderão ser reservados de forma independente ou poderão ser incluídos na reserva do seu evento, para que os seus convidados possam dormir no local e aproveitar também o dia seguinte! 

Obra dos chalés – Fazenda das Aroeiras

Por fim, é preciso destacar que, além dos chalés, muitas das nossas estruturas futuras ainda estão em fase de planejamento e construção. É o caso, por exemplo, do salão coberto com capacidade para mais de 1.000 pessoas, do auditório completo para a realização de eventos corporativos e de outras estruturas como piscina, capela e espaços recreativos. Estamos sempre trabalhando para oferecer um espaço ainda mais completo! Se alguma dessas estruturas é imprescindível para o seu evento, é só aguardar: em breve poderemos atendê-lo. Mas se o mais importante para você é realizar seu evento em meio à natureza, em um lugar com belíssimas paisagens, com atendimento e estruturas de qualidade, entre em contato conosco e vamos conversar!